{"id":3204,"date":"2023-08-19T17:30:02","date_gmt":"2023-08-19T20:30:02","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ufal.br\/055385505d\/?p=3204"},"modified":"2023-08-20T12:48:49","modified_gmt":"2023-08-20T15:48:49","slug":"filho-dos-cangaceiros-corisco-e-dada-lanca-livro-na-bienal-de-alagoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/filho-dos-cangaceiros-corisco-e-dada-lanca-livro-na-bienal-de-alagoas\/","title":{"rendered":"Filho dos cangaceiros Corisco e Dad\u00e1 lan\u00e7a livro na Bienal de Alagoas"},"content":{"rendered":"<div style=\"margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;\" class=\"sharethis-inline-share-buttons\" ><\/div>\n<p><em>Hist\u00f3rias dispostas na obra lan\u00e7ada fazem parte do di\u00e1rio que S\u00edlvio Bulh\u00f5es mantinha sobre os pais<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mariana Lima &#8211; jornalista com fotos de Renner Boldrino<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ufal.br\/055385505d\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-2-46.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3205\" style=\"width:416px;height:277px\" width=\"416\" height=\"277\" srcset=\"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-2-46.jpg 1200w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-2-46-700x467.jpg 700w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-2-46-768x512.jpg 768w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-2-46-660x440.jpg 660w\" sizes=\"auto, (max-width: 416px) 100vw, 416px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O autor S\u00edlvio Bulh\u00f5es [sentado] em lan\u00e7amento de seu livro na Bienal<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>\u201cTia, eu conversei com o filho de um cangaceiro de verdade!\u201d. A anima\u00e7\u00e3o de \u00cdcaro, 9 anos, ao sair da sala Siriguela na 10\u00aa Bienal Internacional do Livro de Alagoas na noite da \u00faltima quinta-feira (17) era uma prova de que a m\u00edstica provocada pelo canga\u00e7o no sert\u00e3o nordestino segue firme e alcan\u00e7ando novas gera\u00e7\u00f5es. Natural de Santana do Ipanema, onde hist\u00f3rias sobre o canga\u00e7o fazem parte da cultura local, o garoto se referia ao conterr\u00e2neo S\u00edlvio Hermano de Bulh\u00f5es, economista e ex-professor que acabara de apresentar a hist\u00f3ria da sua fam\u00edlia e seu livro <em>Mem\u00f3rias e reflex\u00f5es de um filho dos cangaceiros Corisco e Dad\u00e1 <\/em>em palestra de mesmo nome.<\/p>\n\n\n\n<p>Prestes a completar 88 anos, S\u00edlvio Bulh\u00f5es \u00e9 um dos autores mais velhos a lan\u00e7ar na Bienal. O livro foi quase um incidente, descoberto pelo amigo e editor Jos\u00e9 Malta, da SWA Instituto, editora pela qual \u00e9 publicado. Seu objetivo era colocar em um di\u00e1rio as hist\u00f3rias sobre seus pais e irm\u00e3s para que as futuras gera\u00e7\u00f5es da fam\u00edlia pudessem compartilhar das mesmas conversas, amor e admira\u00e7\u00e3o pelos sacrif\u00edcios que os pais Corisco e Dad\u00e1 fizeram para garantir o melhor cuidado aos tr\u00eas filhos, dos sete que tiveram, que sobreviveram ao parto nas condi\u00e7\u00f5es dif\u00edceis da caatinga.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"800\" data-id=\"3206\" src=\"https:\/\/sites.ufal.br\/055385505d\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-1-38.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3206\" srcset=\"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-1-38.jpg 1200w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-1-38-700x467.jpg 700w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-1-38-768x512.jpg 768w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-1-38-660x440.jpg 660w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">S\u00edlvio Bulh\u00f5es em mesa intitulada <em>Mem\u00f3rias e reflex\u00f5es de um filho dos cangaceiros Corisco e Dad\u00e1 <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"800\" data-id=\"3207\" src=\"https:\/\/sites.ufal.br\/055385505d\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-4-43.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3207\" srcset=\"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-4-43.jpg 1200w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-4-43-700x467.jpg 700w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-4-43-768x512.jpg 768w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-4-43-660x440.jpg 660w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Livro de S\u00edlvio Bulh\u00f5es lan\u00e7ado na Bienal de Alagoas<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cEu fui lembrando as minhas hist\u00f3rias e escrevendo. Da emo\u00e7\u00e3o que foi conhecer meu pai, saber da hist\u00f3ria dele, conhecer a minha m\u00e3e&#8230; Quando eu fui l\u00e1 na casa dela, passei o m\u00eas de junho todinho conversando com ela, ouvindo as hist\u00f3rias dela, do meu pai, dos tempos de canga\u00e7o. Eu botava a minha cama do lado da dela na hora de ir dormir e a gente ficava conversando at\u00e9 o dia amanhecer\u201d, revelou S\u00edlvio.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de Corisco ter sido assassinado em emboscada em 1940, Dad\u00e1 escapou e refez a vida na Bahia, onde faleceu aos 78 anos, em 1994.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mem\u00f3rias no papel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na Bienal, S\u00edlvio contava com o aux\u00edlio dos filhos Sira e Cristino, batizado em homenagem a Corisco, para atender o p\u00fablico e se orientar no espa\u00e7o, j\u00e1 que perdeu a vis\u00e3o em decorr\u00eancia da diabetes. Foi S\u00e9rgia, a outra filha, batizada em homenagem a Dad\u00e1, quem fez o contato com Malta para mostrar o material que ajudava o pai a registrar, na forma de di\u00e1rio, e que acabou virando livro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUm belo dia meu pai mostrou-me um escrito de suas mem\u00f3rias. Mostrei-me interessada e desse dia em diante, sempre que escrevia algo novo, me mostrava. Quando papai perdeu parcialmente a vis\u00e3o, os escritos estavam na metade e me envolvi um pouco mais, ouvindo-o e digitando os cap\u00edtulos em letras grandes para ele analisar. Com a perda total da vis\u00e3o, passei a ter o privil\u00e9gio de concluir este trabalho que marca minha vida\u201d, relatou S\u00e9rgia, na orelha do livro.<\/p>\n\n\n\n<p>Ca\u00e7ula da fam\u00edlia, Cristino n\u00e3o conheceu pessoalmente a av\u00f3 Dad\u00e1, apenas falou com ela ao telefone. Ap\u00f3s a palestra de lan\u00e7amento, acompanhou o pai ao estande da SWA para continuar a conversa com o p\u00fablico, curioso sobre as hist\u00f3rias que o filho de cangaceiros teria para contar. Curiosidade e espanto que Cristino n\u00e3o compartilha.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"800\" data-id=\"3209\" src=\"https:\/\/sites.ufal.br\/055385505d\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-6-32.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3209\" srcset=\"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-6-32.jpg 1200w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-6-32-700x467.jpg 700w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-6-32-768x512.jpg 768w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-6-32-660x440.jpg 660w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">S\u00edlvio Bulh\u00f5es em entrevista \u00e0 jornalista Mariana Lima, da Comunica\u00e7\u00e3o da Bienal<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"800\" data-id=\"3208\" src=\"https:\/\/sites.ufal.br\/055385505d\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-3-43.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3208\" srcset=\"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-3-43.jpg 1200w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-3-43-700x467.jpg 700w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-3-43-768x512.jpg 768w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-3-43-660x440.jpg 660w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Filho dos cangaceiros Corisco e Dad\u00e1 lan\u00e7a livro na Bienal de Alagoas<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cEu n\u00e3o tenho como te dizer a minha rea\u00e7\u00e3o quando descobri que meus av\u00f3s eram os famosos cangaceiros Corisco e Dad\u00e1 porque eu sempre ouvia isso do meu pai, ele contava as hist\u00f3rias do passado, do pai, eu falei com Dad\u00e1 por telefone, ent\u00e3o sempre foi algo normal para mim. As hist\u00f3rias nesse livro s\u00e3o as hist\u00f3rias que eu cresci ouvindo, o profundo amor e admira\u00e7\u00e3o que meu pai tem pelo pai dele. N\u00e3o \u00e9 \u2018o cangaceiro\u2019, nunca foi, \u00e9 o pai do meu pai\u201d, explicou Cristino, em uma simplicidade pungente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gratid\u00e3o aos pais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na sua inf\u00e2ncia em Santana do Ipanema, sendo criado pelo padre Bulh\u00f5es e sua irm\u00e3, Maria Ang\u00e9lica Bulh\u00f5es (Liquinha), a identidade dos pais de S\u00edlvio n\u00e3o era exatamente um segredo. Talvez por medo ou respeito, as pessoas sempre falavam de seus pais de forma positiva e ele nunca se sentiu agredido. Ele guardou as roupinhas com as quais foi entregue ao padre e a carta enviada por Corisco apresentando o menino como seu filho.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu tenho um pai e uma m\u00e3e que tenho orgulho deles, que souberam ser pai e m\u00e3e e eu retribuo o m\u00e1ximo que posso. Cometeram erros? Cometeram, jamais julgarei um erro que meu pai fez, cabe isso a Deus, mas meu pai e minha m\u00e3e vivem sempre em meu cora\u00e7\u00e3o. Eu tenho tanto orgulho do meu pai e da minha m\u00e3e que me sinto feliz quando falo deles\u201d, afirmou S\u00edlvio Bulh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>E a alegria \u00e9 ouvida de longe quando ele ri alto ao escutar que Dad\u00e1 foi a \u00fanica pessoa que domou o Diabo Loiro (apelido de Corisco). Ou quando uma leitora mostra a foto da contracapa do livro e diz que ficou emocionada ao saber que Corisco abra\u00e7ava o enxoval do beb\u00ea, roupinhas que o padre Bulh\u00f5es guardou e S\u00edlvio conserva at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"800\" data-id=\"3210\" src=\"https:\/\/sites.ufal.br\/055385505d\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-5-36.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3210\" srcset=\"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-5-36.jpg 1200w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-5-36-700x467.jpg 700w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-5-36-768x512.jpg 768w, https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/foto_Renner_Boldrino-5-36-660x440.jpg 660w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Filho dos cangaceiros Corisco e Dad\u00e1 [sentado, camisa rosa] lan\u00e7a livro na Bienal de Alagoas<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>A dor, no entanto, vem quando relembra sua luta, j\u00e1 adulto, pelo sepultamento dos restos mortais de seu pai &#8211; o t\u00famulo de Corisco foi violado dias ap\u00f3s o enterro, a cabe\u00e7a e o bra\u00e7o direito cortado e enviados para Museu Nina Rodrigues, onde ficou exposto por d\u00e9cadas com cabe\u00e7as de outros cangaceiros. No livro, ele sua campanha para recuperar os restos mortais de seu pai em 1969 e a decis\u00e3o que o levou a crem\u00e1-lo para evitar que voltasse a ser exposto no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>As cinzas foram jogadas em uma praia de Macei\u00f3, unindo mar e sert\u00e3o, como profetizou um dia Ant\u00f4nio Conselheiro: \u201cSei que tem gente que chama cangaceiro de bandido e eu sou obrigado a respeitar, se a sociedade diz assim, que seja! Mas ele \u00e9 meu pai, meu amor por ele \u00e9 fant\u00e1stico. Esse livro \u00e9 meu testemunho disso, do amor que tenho por meu pai e minha m\u00e3e, Corisco e Dad\u00e1\u201d, declarou S\u00edlvio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3rias dispostas na obra lan\u00e7ada fazem parte do di\u00e1rio que S\u00edlvio Bulh\u00f5es mantinha sobre os pais<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3211,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-3204","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-content\/uploads\/Destaque_site_Filho_de_Corisco_e_Dada_lanca_livro_na_Bienal.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3204","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3204"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3204\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3211"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3204"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3204"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bienal.ufal.br\/2023\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3204"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}