Alimentação variada e estrutura de restaurantes se destacam
Comerciantes estão preparados para atender consumidores em geral, inclusive os que têm restrição alimentar
Fabiana Barros - jornalista / Renner Boldrino - fotógrafo
Opções para se alimentar durante os dias da 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que funcionará até o próximo domingo (9) das 9h às 22h (de Brasília), não serão um problema, inclusive para quem possui restrições alimentares. Isso porque os visitantes podem escolher as várias possibilidades que vão desde refeições a lanches. Tudo com infraestrutura e ambiente climatizado. Cultura, entretenimento, compra de livros, alimentação e muito mais tudo no mesmo espaço.
A Bienal já faz parte do calendário de Maceió. Quem já teve a experiência de visitar o evento sabe que ele dispõe de uma vasta programação e de atrativos para o público em geral. Inevitavelmente, a alimentação é uma preocupação, principalmente para quem acompanha crianças ou pessoas que precisam se alimentar nos horários certos.
Por isso, a alimentação foi um dos pontos planejados para assegurar uma experiência positiva aos visitantes. Na Bienal, é possível fazer refeições (almoço e jantar), lanches e ainda aproveitar uma variedade de guloseimas. De acordo com a proprietária do restaurante Revolução dos Cravos, Carolina Peixoto, o buffet adota todos os critérios relacionados às normas de segurança alimentar.
“Além de todas as obrigações técnicas de RDCs e normativos, a gente tem o conhecimento técnico na qualidade nutricional. Trabalhamos com buffet equilibrado do ponto de vista nutricional, pratos para veganos e opções para quem tem restrição alimentar ou intolerância. Trabalhamos somente com alimentos padrão A”, explicou.
Outra opção é o Sr. Delícia Buffet, do empresário Igor Leite, que começa a servir lanches às 7h para os expositores. Na sequência, oferece almoço e café regional. O restaurante é considerado o mais antigo da Bienal, pois participa desde a terceira edição do evento. Igor disse que o movimento já é superior, entre 10% e 20%, em relação à edição passada.
O Restaurante Senhor Oliva é outra opção com refeição e lanche, sem perder de vista os clientes com restrição alimentar: “O pessoal já chega perguntando se a gente tem algumas opções para quem tem restrição. Participar da Bienal vale a pena, tanto é que já estou na quarta edição”, afirmou o proprietário.
Mais delícias
Além das refeições, há a comercialização de lanches e café durante todo o evento. Carrinho de pipoca, churros, flau gourmet (ou sacolé) e a economia circulando e atendendo aos milhares de visitantes da Bienal. Coco Mania é outra opção veterana do evento, que comercializa água de coco e um sequilho queridinho do público, a garra sertaneja. Segundo a empresária Vera Lúcia da Rocha, a Bienal é um evento lucrativo.
“Na Bienal todo mundo vende bem, todo mundo se realiza. É muita programação para criança. É muito prazeroso trabalhar aqui. Estou há seis anos e espero continuar”, comentou.
Em meio à exposição de produtos artesanais, há as delícias locais do estande de Economia Criativa. Com peças artesanais de costura e outras, o consumidor se depara com brôas, brasileiras, cocadas e mais delícias. A maior parte das opções alimentares está no térreo, mas, no 1º andar, há as delícias do quiosque Edna Severo, que participa da Bienal desde a primeira edição.
Já na parte externa, mas dentro do Centro de Convenções, os frequentadores da Bienal do Livro encontram a Feira Gastronômica. Um espaço ao ar livre, cheio de charme e que reúne mais de dez empresários, ou seja, uma estrutura totalmente pensada para que os alagoanos possam aproveitar a Bienal de todas as formas.
Sobre a Bienal
A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas é realizada pela Universidade Federal de Alagoas e pelo governo de Alagoas, com correalização da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) e patrocínio do Senac e do Sebrae Alagoas.
Sob a curadoria do professor Eraldo Ferraz, diretor da Edufal, o maior evento cultural e literário do estado também tem como parceiros a plataforma de eventos Doity, a rede de Hotéis Ponta Verde, o Sesc, a Prefeitura de Maceió por meio da Secretaria Municipal da Educação (Semed) e o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), além das secretarias de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), de Turismo (Setur) e de Comunicação (Secom) de Alagoas.
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