Colégios tradicionais de Maceió participam pela primeira vez
Colégios tradicionais de Maceió participam pela primeira vez do evento

Colégios tradicionais de Maceió participam pela primeira vez

São José e Marista participam ativamente com estandes e programação variada

Fabiana Barros - jornalista / Jônatas Medeiros - fotógrafo

Dois dos maiores colégios particulares e tradicionais de Maceió participam, pela primeira vez, da Bienal Internacional do Livro de Alagoas. O Colégio de São José e o Colégio Marista marcam presença com estandes e com uma programação atrativa para os visitantes. A Bienal acontece até o próximo dia 9, das 10h às 22h, no Centro de Convenções Ruth Cardoso, no bairro de Jaraguá, em Maceió e a entrada, você já sabe, é franca.

Segundo a supervisora-geral do Colégio de São José, Eliane Albuquerque, em março a unidade educacional iniciou o projeto Não troco meu oxente pelo ok de ninguém, frase de Ariano Suassuna. Na ocasião, os alunos pesquisaram sobre gastronomia, economia, cultura, músicos, compositores e escritores do Nordeste, entre outros temas e o desdobramento do projeto promoveu uma noite literocultural, no último mês de setembro e também no Centro de Convenções com música, dança e teatro. 

A partir da experiência, a direção do Colégio decidiu fazer o lançamento do livro dos alunos durante a Bienal. A sessão de autógrafos acontece durante toda a semana. “A gente não só trouxe a proposta do livro, trouxemos também a criatividade, oficina de fábulas e de fantoches, pinturas, espaço maker, bilíngue — um pouco do que a gente faz em sala de aula”, explicou.

O São José tem 92 anos de atuação em Maceió, e várias gerações que passaram pelo colégio demonstram carinho e saudosismo ao se depararem com o estande. “Por aqui passaram alunos e ex-alunos. Recebemos bisavós, avós, pai, mãe, que falam assim: ‘Estudei no São José’”, comentou.

Proposta pedagógica

Segundo Mary Hellen Severiano, vice-diretora educacional do Marista, que também participa da Bienal pela primeira vez, ver que este é um espaço onde circulam os autores, as mentes pensantes aqui dentro do nosso estado e de fora, é um dos motivos pelos quais a experiência está sendo gratificante.

E ela diz mais: é uma oportunidade também para apresentar a proposta pedagógica. “Vai além da robótica. Compreende toda a dinâmica de leitura, de produção pedagógico-pastoral. As atividades que estão sendo desenvolvidas no estande mostram um pouco da nossa proposta pedagógica”, explicou, completando espaço que os alunos devem ir como autores, pois estão expondo os livros produzidos no projeto de leitura do colégio.

Sobre a Bienal

A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas é realizada pela Universidade Federal de Alagoas e pelo governo de Alagoas, com correalização da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) e patrocínio do Senac e do Sebrae Alagoas.

Sob a curadoria do professor Eraldo Ferraz, diretor da Edufal, o maior evento cultural e literário do estado também tem como parceiros a plataforma de eventos Doity, a rede de Hotéis Ponta Verde, o Sesc, a Prefeitura de Maceió por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), além das secretarias de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), de Turismo (Setur) e de Comunicação (Secom) de Alagoas.

Acompanhe as novidades da Bienal 2025 por meio do site oficial e também pelas redes sociais com o perfil @‌bienaldealagoas no Instagram, Threads e Facebook.

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