Edufal e Fapeal lançam diversos livros neste final de semana
Serão quase 30 livros novos apresentados no estande da Edufal e nas salas temáticas
Manuella Soares - jornalista
A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas segue dando espaço para alimentar a sociedade com mais conhecimento por meio dos livros. São vários lançamentos todos os dias e a programação do final de semana vai entregar ciência, literatura, economia, reflexões ambientais e, claro, estudos com temas da África que ganham as páginas de obras para apresentar à Bienal.
Entre os livros lançados estão alguns frutos do edital da Edufal em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoas (Fapeal). A Fundação selecionou 22 teses e dissertações para publicar e, neste final de semana, já divulga 15 deles em cerimônia coletiva com a presença dos autores.
Confira quais são os lançamentos de sábado (1°) e domingo (2), com os respectivos horários e locais:
DIA: 1° de novembro - Sábado
Local: Sala Jatiúca
Horário: 9h-10h30
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Contribuições teórico metodológicas para um ensino de ciências e matemática desobediente, de Danielle Barbosa Bezerra, Maria Bethânia Gomes da Silva Brito, Rose Karla Cordeiro Lessa Cajé Souto (Org.)
Local: Estande da Edufal
Horário: 16h-18h
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O que come a literatura: reflexões sobre alimentos, memórias e narrativas, de
Rosária Ribeiro, Susana Souto (Org.); -
Os golpes militares na Guiné-Bissau: a luta pelo poder no chão de Cabral, de
Vagner Gomes Bijagó; -
Quadro a quadro (vol. 2): o que há por trás das narrativas gráficas, Jozefh Queiroz, Marcus V. Matias, Amaro Xavier Braga Jr.
Local: Estande da Edufal
Horário: 19h-21h
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“Nada para nós, sem nós!”: pessoas em situação de rua e a luta por direitos em Maceió-AL, João Paulo de Carvalho Vasconcelos;
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Aplicações didáticas em estudos econômicos setoriais: pontes entre teoria e prática, de Francisco Rosário, Geanne Daniella Clementino da Silva, Victor Diogho Heuer de Carvalho;
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Atendimento educacional especializado: entraves e conquistas nas escolas públicas em Maceió-AL, de Eva Pauliana da Silva Gomes;
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Brincar e proteger: prevenção à violência contra crianças, de Ana Caroline dos Santos Silva, Paula Orchiucci Miura;
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Dispositivos de accountability no trabalho docente em Maceió, de Edva Emanuelle Gomes da Silva;
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Memes no ensino da Língua Portuguesa: expectativa e realidade, de Clemilda Damião Freitas, Tereza Cristina Cavalcanti de Albuquerque;
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Sementes da resistência: território e afirmativas da identidade Jirinpakó, de Cícero Pereira dos Santos;
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Matrizes de sentidos coloniais: um estudo Interseccional sobre a racialização da desinformação no Brasil, de Cíntia Ribeiro.
DIA: 2 de novembro - Domingo
Local: Estande da Edufal
Horário: 11h
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Bem viver, de Ivamilson Barbalho.
Local: Estande da Edufal
Horário: 16h-18h
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Alagoas na história da independência do Brasil (1818-1824), de Gian Melo;
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Escrita de violência na literatura alagoana, Marcio Ferreira da Silva (Org.);
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Fotografia por vir? O que clicar?, de Francisco Oiticica;
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Leitura e escrita na educação infantil: concepções, práticas e formação docente, de Yana Liss Soares Gomes, Flávia Colen Meniconi, Jânio Nunes dos Santos (Org.);
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Linguística aplicada em cena: interlocuções contemporâneas, de Catia Pitombeira, Sergio Ifa (Org.).
Local: Estande da Edufal
Horário: 19h-21h
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A construção de políticas públicas de enfrentamento aos movimentos misóginos: um estudo sobre a atuação do Movimento Red Pill no Instagram, de Carolina Fontes Lima Tenório;
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A natureza manipulatória do direito e sua sustentação jurídica no capitalismo, de Francisca Silva dos Santos;
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Além dos mapas de risco: (in)justiça ambiental e insurgências nas bordas do desastre - crime da Braskem em Maceió, de Juliane Veríssimo Albuquerque Lima, Wendell Ficher Teixeira Assis, Camila Dellagnese Prates;
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Entre redes e direitos: os pescadores artesanais da lagoa do Jequiá, de Gustavo de Macedo Veras;
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Mobilidade invisível: migração forçada a partir do processo de subsidência em Maceió-AL, de José Anderson Farias da Silva Bomfim;
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O caso Braskem em Maceió/AL: territórios que afundam, memórias que resistem, Juliana Alejandra Farias de Melo;
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Polícia, substantivo feminino: memória e pioneirismo das mulheres soldados na PM alagoana, de Fernanda da Silva Alves Calheiros;
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Sequestro da docência: precarização do trabalho docente e impactos na atuação dos professores/monitores no estado de Alagoas (1996-2021), de Érica Mali Rosas Silva.
Local: Sala Seriguela
Horário: 19h30
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Os golpes militares na Guiné-Bissau: a luta pelo poder no chão de Cabral, de Vagner Gomes Bijagó.
Sobre a Bienal
A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas acontece de 31 de outubro a 9 de novembro, é realizada pela Universidade Federal de Alagoas e pelo governo de Alagoas, com correalização da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) e patrocínio do Senac e do Sebrae Alagoas.
Sob a curadoria do professor Eraldo Ferraz, diretor da Edufal, o maior evento cultural e literário do estado também tem como parceiros a plataforma de eventos Doity, a rede de Hotéis Ponta Verde, o Sesc, a Prefeitura de Maceió e o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), além das secretarias de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), de Turismo (Setur) e de Comunicação (Secom) de Alagoas.
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