Edufal fecha o sábado com mais obras entregues à sociedade
Edufal fecha o sábado com mais obras entregues à sociedade

Edufal fecha o sábado com mais obras entregues à sociedade

Lançamentos seguiram o ritmo do estande na penúltima noite do maior evento cultural e literário do estado

Fabiana Barros - jornalista / Jônatas Medeiros – fotógrafo

No penúltimo dia da 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, o Quilombo Literário, espaço de lançamentos da Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal), seguiu o ritmo de novos títulos. Na faixa noturna, a Editora entregou mais seis obras para a sociedade com temas dos mais variados. Após a abertura do diretor da Edufal, Eraldo Ferraz, que celebrou as novas publicações, cada autor fez uma breve apresentação das suas obras.

O sorriso largo da bibliotecária da Ufal, que trabalha há mais de 20 anos na Biblioteca Central (BC), na sessão de tratamento técnico, Girlaine Santos, traduzia a felicidade do momento com autora de um dos capítulos do livro A Ciência da Informação em sua multidisciplinaridade: perspectivas da mediação da informação, organizado por Roselito Oliveira, que conta ainda com outros cinco autores -  alguns estudantes desde a graduação e passaram para a pós-graduação.

“A proposta do livro foi mostrarmos o que tem sido produzido sobre a ciência da informação. No meu caso, trabalhei na dissertação sobre as questões ético-raciais no repositório institucional da Ufal”, explicou Girlaine.

Como Girlaine trabalha junto com o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufal, ela trouxe um apanhado de quem são as pessoas, quantos brancos, quantos negros, quantos pardos; quantas pessoas trabalham a temática na Universidade e o gênero. “Quando se começou com as cotas nas universidades, a Ufal já havia dado o pontapé inicial com a questão de gênero”, lembrou.

Outros lançamentos

Além de A Ciência da Informação em sua multidisciplinaridade: perspectivas da mediação da informação, foram lançados os seguintes livros: 

“Já tinha gente aqui!”: políticas públicas e direito internacional dos povos indígenas, de Alessandra Marchioni (org.); 

Ciência aberta, divulgação Científica e marketing na Ciência: questões teóricas e práticas, de Ronaldo Araújo, Juliana Fachin (org.);

Ciência da Informação no Brasil: pesquisadores e suas vozes, de Nelma Camêlo, Cristiane Barbosa, Fabiano Castro (org.); 

Da negatividade e justificação da Dogmática Jurídica em sua tridimensionalidade metodológica: mito e realidade, de Moezio de Vasconcellos;

Gestão da informação e da comunicação em repositórios institucionais, de Ana Paula Marques.

Sobre a Bienal

A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas é realizada pela Universidade Federal de Alagoas e pelo governo de Alagoas, com correalização da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) e patrocínio do Senac e do Sebrae Alagoas.

Sob a curadoria do professor Eraldo Ferraz, diretor da Edufal, o maior evento cultural e literário do estado também tem como parceiros a plataforma de eventos Doity, a rede de Hotéis Ponta Verde, o Sesc, a Prefeitura de Maceió por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), além das secretarias de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), de Turismo (Setur) e de Comunicação (Secom) de Alagoas.

Acompanhe as novidades da Bienal 2025 por meio do site oficial e também pelas redes sociais com o perfil @‌bienaldealagoas no InstagramThreads Facebook. E para ver mais fotos sobre a cobertura da Bienal, acesse nosso Flickr e confira todos os detalhes do evento.

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