Eraldo Ferraz classifica Bienal de Alagoas como a mais inclusiva do país
Eraldo Ferraz classifica Bienal de Alagoas como a mais inclusiva do país (Foto: Ascom Secdef)

Eraldo Ferraz classifica Bienal de Alagoas como a mais inclusiva do país

Ele ressaltou a importância da sala sensorial disponibilizada pelo governo de Alagoas por meio da Secretaria de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência

Ascom Bienal com Marcelo Alves - Ascom Secdef

O governo de Alagoas escreve mais um capítulo sobre a promoção de inclusão e acessibilidade. Esse marco é confirmado pelo curador da 11ª Bienal, Eraldo Ferraz, que classificou essa edição como uma das mais inclusivas do Brasil.Eraldo disse que o estande inclusivo da Secretaria de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência (Secdef) tem sido um dos diferenciais do maior evento literário do estado.

“Estive nas bienais do Rio de Janeiro, Fortaleza e Bahia e em nenhuma delas eu vi espaço inclusivo com direito a uma sala sensorial e uma equipe multidisciplinar para prestar assistência a pessoas com autismo e com deficiência. Com certeza, a 11ª Bienal está sendo marcada como a mais inclusiva do país”, ressaltou.

O coordenador-geral da 11ª Bienal destacou ainda as ações do governo estadual  na construção e promoção de políticas públicas que buscam garantir igualdade, acessibilidade e inclusão. “O governo do Estado tem feito, através da Secdef, um ótimo trabalho com o Alagoas mais Inclusivo. E aqui na Bienal, conseguimos ver de perto esse trabalho de inclusão que é levado a todo o estado”, afirmou.

Reconhecimentos de outras autoridades

Assim como destacou Eraldo Ferraz, o vice-governador Ronaldo Lessa e o reitor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Josealdo Tonholo, também confirmaram que essa é a edição mais inclusiva da história da Bienal no estado. “É um espaço onde o conhecimento, a cultura e a nossa história se encontram”, destacou, seguido pelo reitor Josealdo Tonholo: “Além de ser a melhor e maior edição, essa Bienal é a mais inclusiva. Vale destacar que logo na entrada da bienal, o público encontra o estande da Secdef, com uma sala de descompressão”, reforçou.

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