Achados e perdidos garantem devoluções durante o evento
Visitantes podem recuperar itens perdidos na Central de Informações, localizada na entrada do Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso
Janaina Farias - jornalista / Renner Boldrino - fotógrafo
Carteiras, cartões de créditos, bolsas, documentos pessoais e até celulares são alguns dos itens perdidos durante a visitação à 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas. Quem visitou o evento e por ventura perdeu algo pode recuperar esses itens na Central de Informações, que fica localizada logo na entrada do Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro de Jaraguá, em Maceió.
Sob a supervisão de Géssica Gabriele, o serviço da Central de Informações possui uma equipe responsável por recolher, registrar e devolver objetos esquecidos durante o evento. Segundo ela, o serviço é fundamental em um evento de grande porte, onde o fluxo intenso de pessoas faz com que, inevitavelmente, alguns itens sejam perdidos: “Diante de um evento grandioso como esse, a gente sempre tem coisas perdidas, materiais, objetos, e até documentos muito pessoais, como carteiras e cartões de crédito”, explicou.
Segundo ela, a equipe sempre anuncia que o evento tem o serviço de achados e perdidos. “A cada 40 minutos, pedimos para as equipes reforçarem o anúncio sobre a existência da nossa caixa de achados e perdidos, localizada logo em frente à entrada da Bienal”, disse, complementando que o procedimento é simples e seguro: “Os monitores não informam detalhes dos objetos encontrados, apenas orientam que os interessados procurem o setor. Quando a pessoa chega, pedimos para ela descrever o item antes de mostrá-lo. Se for um cartão ou documento, solicitamos o nome completo. Isso garante que o objeto seja devolvido ao verdadeiro dono”, pontuou.
Com uma taxa de aproximadamente 80% de devoluções, o serviço tem se mostrado eficiente: “Já recebemos carteiras com dinheiro e documentos, e todas foram entregues aos donos. As pessoas ficam visivelmente aliviadas quando recuperam algo tão importante”, contou a supervisora.
Para ela, o principal objetivo do setor é garantir segurança e tranquilidade a todos que participam da Bienal: “Vivemos em um mundo que tem muitas demandas e é natural a gente se distrai e acabar esquecendo. O evento se preocupe com isso e a gente tá contando com pessoas honestas”, afirmou.
Relatos emocionantes
Os monitores relataram histórias emocionantes. “Já aconteceram várias histórias aqui, uma delas envolveu o documento da mãe de uma criança, que foi devolvido após a equipe confirmar a identidade por meio do nome da avó. A reação foi de pura felicidade”, contou a monitora Ana Vitória.
Em outro caso, a monitora relata que foi um celular esquecido no banheiro que foi devolvido. “Teve também esse caso, que graças à consciência de outro visitante, que entregou o aparelho à Central de Informações e o dono conseguiu recuperar seu objeto. Muitas pessoas no Centro de Convenções têm essa consciência de trazer os achados e perdidos para aqui para ser dada informações onde a gente pode achar os verdadeiros donos e a gente deixar o pessoal super tranquilo”, comentou.
O serviço contou ainda com o apoio dos monitores das salas de palestras e oficinas, que, ao final de cada atividade, verificam o local e encaminham qualquer objeto encontrado. A Central de Informações fica no primeiro balcão, logo na entrada do Centro de Convenções, de fácil acesso a todos os visitantes.
O serviço de achados e perdidos da Bienal funcionará até o encerramento do evento, no domingo, às 22h.
Sobre a Bienal
A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas é realizada pela Universidade Federal de Alagoas e pelo governo de Alagoas, com correalização da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) e patrocínio do Senac e do Sebrae Alagoas.
Sob a curadoria do professor Eraldo Ferraz, diretor da Edufal, o maior evento cultural e literário do estado também tem como parceiros a plataforma de eventos Doity, a rede de Hotéis Ponta Verde, o Sesc, a Prefeitura de Maceió por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), além das secretarias de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), de Turismo (Setur) e de Comunicação (Secom) de Alagoas.
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