
Depois de 22 anos, o professor Eraldo Ferraz volta ao comando da Editora da Universidade Federal de Alagoas. De 1999 a 2011, ele realizou quatro edições do Salão do Livro e da Arte e uma Expolivro em diversos espaços da cidade.
Agora, o desafio é a XI Bienal Internacional do Livro de Alagoas centrada num diálogo cultural e ritualístico entre o Brasil e os países africanos de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O maior e mais importante evento literário em chão alagoano acontece de 31 de outubro a 9 de novembro no Centro Cultural e de Exposições de Maceió, cravado no histórico bairro de Jaraguá.
Mais experiente, e não menos inquieto e proativo, Eraldo, em entrevista à Revista Saber Ufal, comemora a venda de todos os stands, reflete sobre a importância e expansão da bienal desde a década de 90 e reforça a ousadia da Edufal em ser a única editora universitária pública responsável com coragem para realizar bienais há 27 anos. "Nossa intenção não é o lucro, mas democratizar o acesso aos livros e incentivar a leitura, principalmente entre as crianças e adolescentes".

